Words in the Wind

And anytime you feel the pain .. Hey, you, refrain:
Don't carry the world upon your shoulders.

The Beatles



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Foi um período desgastante quando o nosso relacionamento acabou. Eu deitava na cama com um baque surdo e soluçava baixinho, lamúrias falhas que serviam para acalmar meu sofrimento. Eu fitava a parede, colocava meus braços ao redor das pernas e me ninava frequentemente. Não sentia alivio imediato, mas amenizava a dor que brotava do meu peito. Ainda tem mais. Encarar uma rotina me deixava conturbada. Não conseguia prestar atenção nas aulas e muito menos me concentrar em tudo que fazia. Apesar da gigantesca dor, permanecia em silêncio. Fechava-me de uma maneira tão discreta que ninguém chegou a perceber o quanto minhas olheiras aumentavam – corretivo é útil – e como a palidez do meu rosto tinha aumentado – maquiagem disfarça. Orava para que você voltasse a ser meu, pensava em te ligar todas as noites, mas a minha vergonha não permitia. Observava o modo como você apenas continuava alegre, de uma forma que parecia que eu nunca existi ou nunca fiz parte da sua vida. Aquilo me provocava uma raiva imensa. Castigava-me mentalmente, pensando: “fui eu que me entreguei e caí de cara no asfalto, fui eu que plantei amor sabendo que dificilmente colheria de volta.” Minha recuperação tardou, mas foi feita. Ainda passo várias horas por dia pensando nele. E ele? Aposto que em um minutinho qualquer ele reflete: “nossa, foi bom ter terminado com aquela garota problemática e esquisita.”
(Maynara Costa)

Foi um período desgastante quando o nosso relacionamento acabou. Eu deitava na cama com um baque surdo e soluçava baixinho, lamúrias falhas que serviam para acalmar meu sofrimento. Eu fitava a parede, colocava meus braços ao redor das pernas e me ninava frequentemente. Não sentia alivio imediato, mas amenizava a dor que brotava do meu peito. Ainda tem mais. Encarar uma rotina me deixava conturbada. Não conseguia prestar atenção nas aulas e muito menos me concentrar em tudo que fazia. Apesar da gigantesca dor, permanecia em silêncio. Fechava-me de uma maneira tão discreta que ninguém chegou a perceber o quanto minhas olheiras aumentavam – corretivo é útil – e como a palidez do meu rosto tinha aumentado – maquiagem disfarça. Orava para que você voltasse a ser meu, pensava em te ligar todas as noites, mas a minha vergonha não permitia. Observava o modo como você apenas continuava alegre, de uma forma que parecia que eu nunca existi ou nunca fiz parte da sua vida. Aquilo me provocava uma raiva imensa. Castigava-me mentalmente, pensando: “fui eu que me entreguei e caí de cara no asfalto, fui eu que plantei amor sabendo que dificilmente colheria de volta.” Minha recuperação tardou, mas foi feita. Ainda passo várias horas por dia pensando nele. E ele? Aposto que em um minutinho qualquer ele reflete: “nossa, foi bom ter terminado com aquela garota problemática e esquisita.”

(Maynara Costa)



how about a nice big, FUCK YOU

how about a nice big, FUCK YOU




VOCÊ FICA BEM SEM MIM, ESSE É O PROBLEMA. 



Sei lá sabe, vontade de nada, saudade de antes, ansiedade do daqui a pouco.
(franhop)

Sei lá sabe, vontade de nada, saudade de antes, ansiedade do daqui a pouco.

(franhop)



E você que achou que 2012 seria melhor….. 



"Você não é uma má pessoa. Só é uma pessoa boa a quem coisas ruins aconteceram." 

(Sirius Black)



"Em certos dias meu próprio silêncio fica dizendo coisas que não quero ouvir." 

(Clarissa Corrêa)




Agora pense, quantas vezes você chorou por alguém que não merecia nada de você? 



Sabe como dói saber que eu nunca o terei pra mim? 





"Parabéns para você, que por algum momento desacreditou no amor. Que sofreu, chorou, mas percebeu que é preciso continuar – de algum jeito ou alguma forma. Que é preciso ter fé, pois o que tiver que ser a vida se encarrega de fazer. Que não consegue ler letras duras, mas que foi obrigada a digerir frases pesadas." 

(Clarissa Corrêa)